Neurologia • Especialista em Cefaleias

Enxaqueca tem tratamento. E ele começa com um diagnóstico correto.

Se a dor de cabeça já mudou a sua rotina, cancelou compromissos ou virou parte do seu dia, existe caminho. A Dra. Ivy Liger é neurologista com subespecialização em cefaleias e conduz o tratamento da enxaqueca com investigação criteriosa e condutas baseadas em evidências.

CRM 175032-SP · RQE 91802 Fellowship em Cefaleias — Santa Casa de SP Jardim Paulista, São Paulo
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Você se identifica com alguma dessas situações?

A enxaqueca é muito mais do que “uma dor de cabeça forte”. Ela é uma doença neurológica — e costuma ser subdiagnosticada por anos.

Precisa se isolar no escuro e no silêncio até a crise passar.
Já faltou ao trabalho, à faculdade ou a eventos por causa da dor.
Toma analgésico por conta própria com frequência cada vez maior.
Sente náusea, enjoo ou vomita durante as crises.
Já ouviu que “é só estresse” e nunca recebeu um diagnóstico claro.
Vive planejando a vida em torno da possibilidade de ter uma crise.

Se você marcou mentalmente alguns desses itens, uma avaliação com neurologista especializada em dores de cabeça pode mudar o rumo do seu tratamento.

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Entenda a doença

O que é enxaqueca

A enxaqueca é uma doença neurológica crônica, de origem genética e multifatorial, que se manifesta em crises recorrentes de dor de cabeça — frequentemente de um lado só, latejante, de intensidade moderada a forte e que piora com esforço físico. É comum vir acompanhada de náusea, vômito e incômodo com luz (fotofobia) e som (fonofobia).

Não é “frescura”

A enxaqueca está entre as principais causas de incapacidade no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Existe um mecanismo neurológico real por trás da crise.

Cada caso é um caso

Frequência, gatilhos, tipo de aura e resposta a medicamentos variam muito de pessoa para pessoa. Por isso o tratamento precisa ser individualizado, e não padronizado.

Episódica ou crônica

Quando as dores passam a ocorrer em 15 dias ou mais por mês, falamos em enxaqueca crônica — um quadro que exige acompanhamento neurológico específico.

As fases de uma crise de enxaqueca

Reconhecer em que fase você está ajuda a agir mais cedo — e o tratamento tende a funcionar melhor quando iniciado no começo da crise.

Fase 1

Pródromo

Horas ou até dias antes: bocejos, irritabilidade, vontade de comer doce, dificuldade de concentração, sensibilidade a cheiros.

Fase 2

Aura

Presente em parte dos pacientes. Alterações visuais (pontos luminosos, vultos), formigamentos ou dificuldade para falar, geralmente reversíveis.

Fase 3

Dor

A crise em si: dor latejante, náusea, fotofobia e fonofobia. Pode durar de 4 a 72 horas quando não tratada adequadamente.

Fase 4

Pósdromo

A “ressaca da enxaqueca”: cansaço, lentidão mental e sensação de exaustão que podem durar mais um dia.

Quando procurar um neurologista com urgência

Alguns sinais pedem avaliação médica sem demora. Procure atendimento se você tiver:

  • Dor de cabeça de início súbito e muito intensa, diferente de tudo que já sentiu.
  • Dor acompanhada de febre, rigidez na nuca, confusão mental ou desmaio.
  • Perda de força, alteração da fala ou da visão que não melhora.
  • Dor que começou depois dos 50 anos ou que mudou de padrão de forma importante.
  • Dor que piora progressivamente ao longo de dias ou semanas.

Em caso de emergência, procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue para o SAMU (192).

Opções terapêuticas

Como a enxaqueca é tratada

O plano é montado a partir do seu diagnóstico, da frequência das crises, das suas condições de saúde e da sua resposta a tratamentos anteriores.

Durante a crise

O objetivo é interromper a dor rapidamente e reduzir o impacto do episódio.

  • Medicação de resgate orientada e ajustada ao seu tipo de dor
  • Bloqueio anestésico de nervos cranianos, com alívio que pode durar semanas
  • Orientação sobre o uso correto e seguro dos analgésicos

Tratamento preventivo

Indicado quando as crises são frequentes, incapacitantes ou mal controladas.

  • Profilaxia personalizada com medicamentos orais
  • Toxina botulínica — protocolo PREEMPT, com aplicação em 31 pontos
  • Anticorpos monoclonais anti-CGRP, desenvolvidos especificamente para enxaqueca

Abordagem multidisciplinar

A enxaqueca raramente vem sozinha. Tratar o que está em volta faz diferença no resultado.

  • Avaliação de sono, humor e ansiedade
  • Investigação de fatores cervicais, odontológicos e nasossinusais
  • Encaminhamento a outros especialistas quando necessário
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Sem surpresas

Como é a consulta com a Dra. Ivy Liger

Uma consulta de cefaleia não é uma consulta comum: ela exige tempo, escuta e detalhe. É assim que funciona.

História detalhada da sua dor

Quando começou, como é, quanto dura, o que melhora e o que piora. O histórico é a principal ferramenta diagnóstica em cefaleias.

Revisão de tratamentos anteriores

O que você já tomou, em que dose, por quanto tempo e por que parou. Isso evita repetir caminhos que já não funcionaram.

Exame neurológico

Avaliação clínica completa para identificar sinais que exijam investigação adicional ou exames de imagem.

Diagnóstico e plano terapêutico

Você sai da consulta sabendo o nome do seu diagnóstico, o que fazer na crise e qual é a estratégia preventiva — se houver indicação.

Acompanhamento

O tratamento da enxaqueca é ajustado ao longo do tempo, com base no seu diário de dor e na sua resposta clínica.

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Dra. Ivy Liger, neurologista especialista em dores de cabeça e enxaqueca em São Paulo
Quem vai te atender

Dra. Ivy Liger

CRM 175032-SP RQE 91802

Neurologista com subespecialização em Cefaleias, atua na Clínica Dra. Ivy Liger, no Jardim Paulista, em São Paulo — um espaço pensado para acolher quem convive com dores de cabeça.

Desenvolve pesquisas sobre o impacto global da enxaqueca e conhece de perto a jornada de quem passa anos até receber um diagnóstico correto. Sua prática é centrada no paciente, unindo acolhimento, ética e ciência.

  • Fellowship em Cefaleias — Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
  • Fellowship em Neurologia Cognitiva, Comportamental e TDAH — UNIFESP
  • Especialização em Neurologia — Hospital Santa Marcelina, São Paulo
  • Graduação em Medicina — Faculdade de Medicina de Jundiaí
  • Membro da Associação Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Cefaleia e da International Headache Society
  • Pesquisas clínicas pelo Centro de Cefaleia de São Paulo

Perguntas frequentes sobre enxaqueca

“Dor de cabeça” é o sintoma; enxaqueca é uma das doenças que causam esse sintoma. A enxaqueca costuma ser latejante, de um lado só, de intensidade moderada a forte, piora com esforço e vem acompanhada de náusea e sensibilidade à luz e ao som. Já a cefaleia tensional, por exemplo, é uma dor em aperto, dos dois lados, e normalmente menos incapacitante. Diferenciar os tipos é o primeiro passo do tratamento.
A enxaqueca é uma condição crônica de base genética, então não se fala em cura definitiva. O que se busca — e o que é possível na maioria dos casos — é o controle: reduzir a frequência e a intensidade das crises, diminuir o consumo de analgésicos e devolver qualidade de vida. Muitos pacientes passam de várias crises por mês para episódios esporádicos com tratamento adequado.
Sim. Além dos preventivos orais diários, existem opções injetáveis de aplicação periódica, como a toxina botulínica (protocolo PREEMPT) e os anticorpos monoclonais anti-CGRP, que podem ser aplicados em intervalos mensais ou trimestrais. Também trabalhamos ajustes de sono, rotina e fatores associados. A escolha depende do seu diagnóstico e histórico — isso é definido em consulta.
Na maior parte dos casos, não. O diagnóstico de enxaqueca é clínico, feito a partir da história e do exame neurológico. Exames de imagem são solicitados quando há sinais de alerta ou dúvida diagnóstica — e essa avaliação é individual.
Pode. O uso excessivo de analgésicos pode levar à cefaleia por uso excessivo de medicamentos, em que o próprio remédio passa a perpetuar a dor. É uma situação frequente e tratável, mas exige acompanhamento médico para a retirada segura e a introdução de um plano preventivo.
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica. O atendimento é particular — não atendemos convênio — e acontece na Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 881, conjunto 802, Jardim Paulista, São Paulo, de segunda a sexta, das 08h às 18h. Também há possibilidade de teleconsulta em casos selecionados.

Você não precisa organizar a sua vida em torno da dor

Agende uma avaliação com a Dra. Ivy Liger e receba um diagnóstico claro e um plano de tratamento construído para o seu caso.

Atendimento exclusivamente particular · Não atendemos convênio.

(11) 99929-7785
Al. Joaquim Eugênio de Lima, 881 · Cj. 802 · Jardim Paulista, SP
Segunda a sexta, das 08h às 18h

O conteúdo desta página tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta médica, o diagnóstico ou o tratamento individualizado. Resultados variam de paciente para paciente. Em caso de sintomas, procure um médico. Responsável técnica: Dra. Ivy Liger — CRM 175032-SP · RQE 91802.